Conto do dia

A discussão de hoje após a leitura  girou em torno de duas questões que coloquei para a turminha do primeiro ano.

A primeira foi em relação à alcunha “perneta”, utilizada na história, que eles aliás nem sabiam o que significava. Comentando sobre bullying, preconceito nos despertamos com a questão que diz respeito ao final onde durante o casamento o soldadinho propõe que sua noiva dance com outro soldado porque não tem uma perna.

Alguns já haviam dito o quanto era triste essa deficiência, então surgiu uma oportunidade para que eu suscitasse entre eles uma indagação do que é realmente triste ter uma limitação física por si só, ou a forma como se encara isso. Ao serem questionados se haviam meios do soldadinho dançar em seu casamento um dos meninos disse que era só fazer uma perninha nova pra ele.

Então foi pertinente o assunto das Paralimpíadas no intuito de familiariza-los ainda mais com os “jeitos” que podem ser dados para que a deficiência não seja necessariamente limitador e infeliz, começando com a naturalidade em aceitar e entender tais condições.

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