É o preconceito que nos torna limítrofes

Por Cris Akemi

Tem uma coisa que podemos fazer por nós mesmos,  que talvez mude tudo,  ou nada,  mas não importa,  devemos fazer mesmo assim.

Quando não sabemos do que estamos falando é melhor não falarmos,  quando não entendemos não devemos julgar.

Quem conhece alguém considerado no espectro do autismo não conhece todos,  assim como quem conhece um médico não conhece todos. Não sabe das suas potencialidades,  nem dos seus limites.

Portanto, é sempre bom tentar compreender,  interagir com o mundo,  e acima de tudo estar aberto para enxergar que os limites do outro não é imposto pelas suas dificuldades,  mas pelo nosso preconceito.

Na época que assisti ao documentário “Autismo,  o musical” eu não sabia que era possível conquistar tantos avanços,  e é clara a diferença entre o que eu era para o que eu vi ali:  eles tinham muito mais força de vontade do que eu jamais poderia supor que houvesse

Ainda estou construindo em mim essa força tão maravilhosa, e aos poucos vou derrubando os limites que me foram impostos. Penso que todos deveriam fazer o mesmo,  eu me sinto feliz assim!

 

http://cinefilos.jornalismojunior.com.br/autismo-o-musical-como-a-arte-pode-mudar-vidas-2/http://www.oficinadosmenestreis.com.br/aut.html

Mais um espetáculo no Brasil:

 

3 Comments

  1. Muito bem colocado, concordo com cada palavra. Me encantei com o “mundo autista” quando trabalhei com um, muito especial. Cada dia é um novo desafio, e cada vitoria tem um sabor especial.

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