Só, com pessoas!

Por Cris Akemi

Ao longo do tempo, conhecendo pessoas, viajando, nos informando, estudando, experimentando a vida em sua plenitude, ou quase isso, mais e mais a máxima “Só sei que nada sei” faz-se presente.

E que bom que seja assim, quando passamos a não nos surpreender mais com a vida, talvez seja porque estejamos monótonos demais, ou estamos com os olhos embaçados para perceber que sua paleta de cores é infinita.

Ontem, assistindo ao documentário a seguir, e não como se eu desconhecesse alguns autistas, tive a grata surpresa de verificar que em outras partes do mundo e com outras famílias nem tudo é tão penoso como na realidade que eu conhecia, ou talvez naquela que construí com base em preconceito e ignorância.

Existe solidão em toda parte, na intolerância, na falta de conhecimento, na incompreensão, na pobreza…e dentro de cada um de nós. Porque então nos achamos tão melhores que autistas? Será porque, somos nós os incapazes a assumir o que sentimos, porque temos vergonha de exacerbar o que nos incomoda, até de chorar? Não seria tão difícil aos ditos “normais” assistir a uma crise dos ditos “deficientes” porque a essência da normalidade é tão castradora a ponto de nos assustar?

Assistam, façam seus próprios questionamentos, tirem suas próprias conclusões, mas por favor, não sintam pena dos outros antes de reconhecer suas próprias limitações!

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